Quando montamos um puzzle podemos optar por duas técnicas distintas.
A primeira delas é usada pelos mais impacientes. Pega-se num monte de peças e vai-se tentando cada uma, sem prestar atenção aos formatos. É a técnica tentativa erro. Normalmente implica muitas experiências antes de encontrar a peça certa.
A segunda técnica é preferida pelos aficcionados do puzzle. Analisam atentamente cada peça, a forma, a cor. Utilizam a intuição baseada na análise para reduzir o número de experiências a realizar, para mais rapidamente encontrarem a peça certa.
Nenhuma destas técnicas é necessarimente correcta ou incorrecta, são apenas diferentes. E no final de contas, o que importa é encontrar a peça que encaixa perfeitamente no espaço a preencher.
1 coisas que dizem por aí...:
Talvez ande a usar demasiado a técnica da tentativa erro... Ou talvez ande a ser minuciosa de mais... O facto é que o puzzle não está feito e já devia estar, já é tarde e as coisas não estão feitas! Talvez eu não consiga fazer o puzzle sozinha, ou talvez não me saibam ajudar... Ou talvez saibam e não queiram, ou talvez até quiram e não o façam! Já é tarde, e o puzzle está por fazer... O tempo passa e o puzzle nunca mais está feito! Até parece que não nota o passar dos tempos, que se mantém na mesma e as peças estão iguais, apenas À espera de ser encaixadas. Mas não, está mesmo a ficar tarde e as peças já não têm a mesma cor. E se calhar tentei tanto que até já estraguei algumas, será que o puzzle já não dá? Há gente que vai ficar triste. Eu vou ficar de certeza, mas serei a única? Será só meu este puzzle? Não sei, já não consigo perceber. O que não nos mata torna-nos mais fortes. Será que é sempre assim? Não terei eu estragado as peças? Será que ganhei apenas a possibilidade de viver sem o puzzle? E se eu mesmo assim quiser o puzzle? Que posso fazer se ele já está estragado...???