Olhares que se tocam. Corpos que se movem, sem qualquer esperança numa réstia de controlo. Lábios que se tocam, primeiro suavemente, mas à medida que a volúpia cresce, com uma ferocidade incontrolável. Um beijo já é pouco, as roupas já são demais. Aquela luta incessante contra os botões rebeldes. As roupas que se vão perdendo ao longo do interminável percurso até ao quarto. Um quarto demasiado distante. A ânsia de sentir pele na pele, de tocar, de sentir, de cheirar, de beijar. O estar ainda mais próximo quando já não se acreditava que tal fosse possível. Um golpe de prazer. Um movimento ritmado e crescente. Não dá, não dá mais. Sim, depressa. Mais. Explosão! Arfar, gemidos, gritos, prazer.
Há quem lhe chame sexo.
Eu chamo-lhe paixão.
1 coisas que dizem por aí...:
Uau...