Saídos de uma geração Harry Potter delirávamos com o mundo mágico que encontravamos a cada página: um miúdo que sempre foi normal (mais - que sempre fora ostracizado pelo seu primo cuja imagem lembraria um suíno) subitamente descobre que é um feiticeiro! E não um feiticeiro qualquer. Ele é aquele que derretou o "Quem nós sabemos".
Mediante tamanha descoberta Harry abandona o mundo dos muggles para apanhar o comboio na plataforma 3 e 3/4, para fazer compras na Diagon Alleyn e para deambular pelos corredores e campos de Hogwarts, a escola de feiticeiros a cargo de Albus Dumbledore.
Nesta altura estão vocês a pensar, por que raio é que ela se lembrou de escrever um post sobre o Harry Potter hoje? Não há filmes a sair (bem, não que eu saiba), não existem novos livros a ser escritos, aparentemente não há nenhuma razão para estarmos a ler tal disparate.
Pois bem, enganem-se meus amigos. A notícia não é nova, mas eu apenas tomei conhecimento há uns dias. Fãs do Harry Potter (ou ex-fãs, lembram-se de "O Profeta Diário"? (para os mais esquecidos tratava-se do jornal mais reputado no mundo mágico de Harry Potter). Pois bem, uma das características mais distintivas deste jornal face aos dos muggles eram as imagens com movimento. Era, já não é mais.
A tecnologia chama-se "Video in Paper" e consiste num ecrã, recarregável através de UBS, que permite ver um vídeo de até 120 minutos. Além do mais pode ainda vir acompanhado por cheiros, texturas ou sabores. Neste momento ainda se trata de uma tecnologia demasiado cara para ser usada de maneira generalizada, mas deixa-nos mais próximos do mundo Harry Potter.
Para os curiosos aqui fica o link: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=39502&op=all
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