A página branca que espera. Dedos que dançam sobre teclas, hesitando, inquirindo. Um pequeno rectângulo: uma janela para o mundo. Caminhos desconhecidos, caminhos caminhados, caminhos perdidos.
O que quero. Para onde vou. Como lá chegar.
Não sei o que quero. Apenas o que não quero – o usual – o monótono – o de todos os dias.
Quero uma nova paragem. Porque insisto nos caminhos conhecidos? Porque não arrisco?
Uma tentativa. Outra. Ainda uma outra.
Pela cor sei onde estive. Pela cor sei onde me poderão esperar surpresas: desilusões; o mundo.
Texto estranho – pensas.
Poderia ser uma ode à vida.
Não o é.
Mais simples. Nome: Google. Tema: dia, após dia de pesquisas.
0 coisas que dizem por aí...: