Dizem os estudos:
“Os três jogos iniciais da selecção portuguesa, que arranca hoje a participação no campeonato do mundo de futebol frente à Costa do Marfim, provocam uma perda potencial de 32,28 dólares (26,3 euros) por trabalhador. Este é o valor mais elevado entre todos os países participantes no torneio que se disputa na África do Sul.”
In Jornal de Negócios
Diz a prática:
2h10 – Volta do almoço. Iniciam-se os esforços para encontrar um website com transmissão do jogo em directo.
2h25 – Primeira tentativa bem sucedida, mas com uma caixa annoying em frente do ecrã.
2h45 – Um membro ausente volta – tem um link com potencial.
2h50 – Brilhante! Há transmissão!!
3h00 – Inicio do jogo. Ouvem-se os hinos. Jogo aberto em quase todos os computadores. É feito um esforço para se fingir que o trabalho é feito.
3h10 – O streaming para na maioria dos pcs. Há um resistente.
3h12 – O esforço para fingir que se trabalha – cessa. Há um movimento na direcção do pc que funciona.
3h20 – Um visitante de outra área requere assistência técnica para também ter acesso ao jogo.
3h30 – O streaming morre. A equipa indigna-se, e transfere-se para uma área com tela.
3h45 – Intervalo. Volta-se à base. Streaming está a funcionar.
3h55 – Reinicio do jogo. Alerta vermelho.
3h15 – Aparece uma televisão (enorme) na área conexa. O movimento é entrevisto pelas paredes de vidro. Ajuda técnica com a sintonização é requerida.
3h20 – metade da equipa muda-se para o outro lado da parede de vidro. A outra metade considera que a qualidade de imagem da internet compensa o delay.
4h40 – 5 minutos para o fim do jogo. O streaming morre. Debandada geral. Objectivo: Televisão.
4h45 – Lentamente há um retorno aos postos de trabalho.
Dito isto – Não percebo o porquê do decréscimo da produtividade dos Portugueses! Lá estão as entidades internacionais a maltratar-nos!
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