•quarta-feira, março 02, 2011
Era uma vez uma casa nova, soalheira e bem disposta.
Janelas altas e luminosas, protegidas por portadas altas e robustas.
Tudo corria bem, a menina vivia feliz, até ao dia em que decidiu tentar fechar a portada.
Foi uma luta inglória. A menina ateimava para um lado, a portada ajudada por um trinco e pelo vento para outro.
Valeu-lhe um cavaleiro de passagem, durante a pausa dos seus afazeres.
Mas a folga do cavaleiro eventualmente acabou. E o problema manteve-se. Agora a menina tem que descobrir outra maneira de fechar a janela.
Um visitante que a noite trouxe fez a sua tentativa. Também o seu esforço pereceu sem sucesso. A portada continuou a marcar pontos.
Foi a vez do progenitor. De esticão conseguiu fechar. Mas decidiu ir mais longe, e um engenho magicar.
Como ferramentas cordão e batata. Cordão para não abrir, batata para não fechar. Uma tentativa, duas tentativas, e temos um sistema a funcionar. Belo e perfeito. E a menina já consegue fechar a portada.
Pela manhã, abre feliz a portada, usando devidamente o cordão e a batata. Sai de casa deixando o quarto luminoso e feliz.
Porém….
Quando retorna no final de um dia trabalhoso….
Dá com a portada aberta, cordão quebrado, batata caída.
E a portada que pensara ter enganado a rir-se descarada!
Assim a menina deu-se por vencida.
Deixou a portada aberta, sem força para a fechar, e remeteu-se ao mar de lençóis, certa que pela manhã acordará mais cedo do que devido. Cortesia da portada!
Janelas altas e luminosas, protegidas por portadas altas e robustas.
Tudo corria bem, a menina vivia feliz, até ao dia em que decidiu tentar fechar a portada.
Foi uma luta inglória. A menina ateimava para um lado, a portada ajudada por um trinco e pelo vento para outro.
Valeu-lhe um cavaleiro de passagem, durante a pausa dos seus afazeres.
Mas a folga do cavaleiro eventualmente acabou. E o problema manteve-se. Agora a menina tem que descobrir outra maneira de fechar a janela.
Um visitante que a noite trouxe fez a sua tentativa. Também o seu esforço pereceu sem sucesso. A portada continuou a marcar pontos.
Foi a vez do progenitor. De esticão conseguiu fechar. Mas decidiu ir mais longe, e um engenho magicar.
Como ferramentas cordão e batata. Cordão para não abrir, batata para não fechar. Uma tentativa, duas tentativas, e temos um sistema a funcionar. Belo e perfeito. E a menina já consegue fechar a portada.
Pela manhã, abre feliz a portada, usando devidamente o cordão e a batata. Sai de casa deixando o quarto luminoso e feliz.
Porém….
Quando retorna no final de um dia trabalhoso….
Dá com a portada aberta, cordão quebrado, batata caída.
E a portada que pensara ter enganado a rir-se descarada!
Assim a menina deu-se por vencida.
Deixou a portada aberta, sem força para a fechar, e remeteu-se ao mar de lençóis, certa que pela manhã acordará mais cedo do que devido. Cortesia da portada!
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