•sexta-feira, dezembro 17, 2010
A inovação é um processo estranho. Depois de despoletado parece genial e tão óbvio. Antes de o ser não ocorre a ninguém (à excepção daquele que se torna efectivamente um inovador).
É claro que há processos para originar a inovação, e empresas que os colocam a decorrer, incentivando a tentativa erro, a comunicação inter departamental, analisando estudos de mercado, conduzindo entrevistas a consumidores com estruturas destinadas a facilitar a compreensão do que intimamente querem e não do que dizem que querem.
Mas na prática, para o cidadão comum, a inovação continua a ser algo que nos faz pensar: genial! E encontramo-la nas coisas mais simples.
Nesta linha, há uma invenção que eu pessoalmente acho genial, simples mas genial. Dá-se pelo nome de Risqué.
A marca de vernizes que todas conhecemos veio resolver um problema intemporal para nós mulheres. Como encontrar aquela cor que nos ficava a matar? Qual era o número mesmo? Rosa 1, 2, 10? Um bocadinho mais claro, um bocadinho mais escuro, um bocadinho mais de brilho. E todo um drama.
Agora, com cada cor com nomes sugestivos, a escolha tornou-se mais fácil e divertida. É uma mulher poema, maçã do amor, camélia ou renda.
É todo um processo inovador, simples mas chave para garantir a fidelização.
E porque raio me lembrei eu de escrever sobre vernizes?
Deve ter a mania! (Ou nada que fazer, ou falta de vontade para fazer o que tem que fazer).

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