Dia 3
Uma das coisas que me fez confusão quando estive na Holanda foi vir embora sem visitar a capital politica: Haia. De maneira que desta vez achei que era altura de deixar de estar em falta. Portanto Domingo lá vamos nós para Haia, mas esperamos uma eternidade pelo autocarro, perdemos o primeiro comboio, e quando o segundo chega há uma avaria e acaba por sair atrasado (questão que se coloca, porque raio não foi o primeiro a ter uma avaria lol).
Enfim, chegamos a Haia, almoçamos no Burguer King e vamos à procura do posto turístico, que é no centro da cidade. Ora bem, muito conviniente para quem não conhece a cidade lol No posto turistico foram-nos indicados alguns lugares de interesse: a zona histórica, o quarteirão de lojas, a zona moderna, o palácio da rainha, duas ruas identificadas como a zona mais bonita de Haia e a estância de praia. Começámos por deambular pela zona histórica, fomos até aos jardins das cocheiras reais e depois de muito andar lá chegámos a um edificio que achámos que era o palácio da rainha… Excepto que depois nos postais descobrimos que era o tribunal internacional de justiça das nações unidas lool Portanto acabámos sem perceber onde vivia efectivamente a rainha lool
Do tribunal fomos para Schveningen, ou como quem diz, à praia. A praia não tinha nada a ver com o que eu estava à espera. O mar não era estupidamente revolto, só a areia é que era um bocado estranha, quase terra. Mas a vista do pontão era fantástica.
À volta passámos pela zona mais bonita de Haia (apesar de quase a termos perdido), com o lago dos edifícios do parlamento completamente congelado. Vimos também os restantes edifícios do parlamento e fomos ainda à zona moderna. E foi isto. Gostei da cidade, cuja arquitectura é ligeiramente de Maastricht ou Amesterdão, mas ainda assim não está fora do contexto como Roterdão.
Ah! E à ida para Haia de comboio passei pelos moinhos :-) (e por aquilo que devem ser os campos de tulipas na Primavera lol).
À noite, jantámos, já em Maastricht com os famosos Peter e Giacomo. Faltaram os restantes italianos, que acabei por não conhecer. Apareceram ainda o Matheu e o Marcos, com um canadiano e uma rapariga. O Matheu decididamente tem muita lata. Decidiu acabar a comida que sobrou no meu prato loool. Anyway, dia 2 foi isto.
Dia 4
Este foi mais um dia para ficar por Maastricht. Almoçámos e fomos até à faculdade tomar café, o meu belo Hazelnut, bem doce. Depois demos umas voltas pela cidade, com o objectivo final de encontrar umas luvas para o Peter. Objectivo final não atingido. Jantámos com os italianos e com os mesmos erasmus com quem tinhamos estado no dia anterior (massa cozinhada por italianos) e jogámos às cartas. À hora do happy hour fomos para o Highlander. Foi tão giro voltar. O bar é mesmo engraçado e a música é bastante fixe. Consegui ainda encontrar outra bebida da qual gosto (e que não faço a minima ideia qual é) e perder consecutivamente todos os jogos de cartas loool No fim, ainda dancei. Quando chegou a hora do bar fechar tive pena que acabasse, mas dado que tinha estado a nevar… Fizemos uma guerra loool o Giacomo começou por deitar a Margarida achou entretanto às tantas já todos tinhamos ido ao chão. Foi muito, muito giro, ri que nem uma perdida.
Dia 5
Dia de ir embora. Acordámos cedo para tomar o pequeno almoço com os italianos. Teoricamente o Giacomo ia fazer chocolante quente mas chegou atrasado e já não deu tempo (no entanto fiquei com um pequeno pacote para experimentar lool). E depois foi arrumar as tralhas, dizer adeus a Maastricht e apanhar o comboio para Bruxelas e o avião para Portugal. Ainda fiquei a dever 5 cêntimos ao senhor do comboio porque me fiz de parva com uma extra fee que agora existe porque não me apetecia levantar mais dinheiro looool. Enfim, valeu a pena a viagem :-)
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