Um cidadão que se preze tem que ter conta na Caixa Agrícola da zona. Esta é uma verdade incontestável. Caso resida na zona de Mafra, então terá direito a um belo cartão de crédito com uma fotografia de gamos. E caso tenha conta nesta venerável instituição, terá direito a um dia aberto na Tapada de Mafra, dia esse que este ano teve lugar a 18 de Julho, ontem. Apesar do meu agregado familiar ser um exemplo desnaturado, e ter abdicado deste grande grupo de amigos que é a Caixa Agrícola de Mafra, a minha avó mantém-se fiel às raízes pelo que, graças à sua generosidade, fomos ontem presenteados com um dia na Tapada Real de Mafra.
Após ter dormido um número reduzido de horas fui acordada pelo meu pai em pulverosa, porque havia uma séria perspectiva de a Tapada já não estar no mesmo local hoje. Lá fomos nós, cesto de piquenique em punho, para um dia em família na Tapada.
Na chegada ao local, um dos primeiros aspectos que reparei foi o seguinte:
Mas a verdade é que corresponde à realidade. Existam crianças e animais à solta por todo lado, mais concretamente javalis e gamos (e as crianças também é claro).
Assim, iniciámos a nossa visita com um passeio de comboio, no qual percorremos toda a extensão da tapada, junto aos seus limites. Este passeio demorou cerca de uma hora e o comboio tem um sério problema de falta de amortecedores loool
Findo o passeio, atacámos o piquenique.
À tarde, houve oportunidade para outro passeio, desta feita pedestre, no qual percorremos um percuro com cerca de 4Km (percorremos eu, o André e o meu pai, porque a minha mãe e a minha avó ficaram sentadas à sombra). Deste percurso ficam algumas fotos:
Depois deste passeio, havia tempo para um lanche com porco no espeto e animado pelo rancho do Milharado e pela companhia Chapitô, no entanto, preferimos rumar em direcção ao Vale da Guarda. Portanto, aqui fica o relatório de mais um dia :-p
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